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O convite para desacelerar e fotografar com palavras

Capa da revista literária Pendura, volume 1. Uma ilustração num estilo artístico mostra uma cena urbana. No primeiro plano, num abrigo de autocarro, três pessoas estão sentadas. Duas delas, nas extremidades, estão curvadas sobre os ecrãs brilhantes dos seus telemóveis. No centro, uma pessoa está imersa na leitura de um livro, contrastando com as outras duas. O fundo mostra prédios de uma cidade sob um céu nublado. Na lateral esquerda, uma faixa de cor ocre contém o título Pendura escrito verticalmente.

A espera acabou. O primeiro volume da Pendura está finalmente disponível para a sua biblioteca.

Nascida do desejo de resistir à vertigem digital e ao ruído dos algoritmos, a Pendura é mais do que uma publicação; é um caderno de sensações, um espaço para a escrita observacional e para os detalhes do quotidiano que habitualmente nos passam ao lado.

Impressa num formato de bolso pensado para acompanhar no casaco ou no alforge, em papel bookwove creme e capa mole, cada página foi desenhada com a leveza e a arquitetura orgânica a que o olhar moderno se habituou no ecrã, mas sem luz, sem notificações e com o cheiro inconfundível do papel novo. Uma evocação tátil à sofisticação das viagens e do lifestyle de outras décadas.

Abra na primeira página, percorra o índice e deixe-se ficar.

Adquira o seu exemplar do primeiro volume em revistapendura.pt.

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A Pendura chega em outubro

Chegaram as provas da gráfica e o ecrã deu finalmente lugar à textura do papel bookwove creme e ao cheiro a tinta fresca. Tirámos as palavras do digital e devolvemos-lhes o peso e a textura do papel. É um momento de viragem: ver um projeto pensado para o slow reading ganhar corpo, peso e lombada. Ainda estamos a afinar os últimos detalhes para garantir aquela experiência tátil que idealizámos, pronta para ser levada no bolso do casaco, onde não há distrações, apenas o puro prazer de ler e de "fotografar com palavras". A pressa fica à porta. A Pendura chega em outubro. 🍂