Chegaram as provas da gráfica e o ecrã deu finalmente lugar à textura do papel bookwove creme e ao cheiro a tinta fresca. Tirámos as palavras do digital e devolvemos-lhes o peso e a textura do papel. É um momento de viragem: ver um projeto pensado para o slow reading ganhar corpo, peso e lombada. Ainda estamos a afinar os últimos detalhes para garantir aquela experiência tátil que idealizámos, pronta para ser levada no bolso do casaco, onde não há distrações, apenas o puro prazer de ler e de "fotografar com palavras". A pressa fica à porta. A Pendura chega em outubro. 🍂
Publicação de não-ficção literária | À boleia da escrita observacional