A Pendura 1 está quase a chegar.
Não é uma revista de quiosque, nem um livro comum. É uma publicação de bolso que nasce suspensa entre os dois, feita para quem procura um espaço de desaceleramento portátil em vez do entretenimento dos ecrãs.
Aqui dentro não haverá pressa, não haverá publicidade, não haverá a rigidez da geometria tradicional. Haverá papel creme, texto em bandeira que deixa a página respirar, e escrita observacional — crónicas, memórias e ensaios que fotografam a realidade com palavras.
Somos antiquados na modernidade. Usaremos os recursos de hoje para criar um objeto que parece pertencer a outra época. Um convite para suspender o tempo connosco.
O primeiro número está a caminho. Fique por perto.
